Utilizar o bambu tem algum motivo?

Por que o bambu é um excelente material?

 Image via Building Trust International

Informações colhidas no blog Abodia Interior e Design em entrevista com David Col da Building Trust:

Bem, para começar, é incrivelmente renovável, pois cresce exponencialmente mais rápido do que a madeira [de fato sobre o bambu – algumas espécies podem crescer 3 pés em 24 horas!]. É fácil de usar, cortar e transportar para o local onde será usado. Podemos tratá-lo, o que nos permite aumentar sua vida útil! Existe um estigma quanto ao fato de ser um material de baixo custo, mas com um tratamento moderno pode durar até quatro décadas. Há também uma qualidade tátil para o bambu que nossos clientes realmente apreciam. Cada peça é diferente!

 Image via Building Trust International

O que torna o bambu tão forte?

Bem, ele tem uma força de tração incrivelmente alta, o que significa que é flexível e sofrer uma grande flexão antes de encaixar devido à estrutura dos fios dentro dele. Nós podemos usá-lo como carpinteiros usam madeira para quadros. Há, no entanto, três coisas que atacarão o bambu – pragas, água e luz solar. Com as pragas, precisamos tratá-la com uma solução de açúcar natural ou com produtos químicos (o único benefício disso é acelerar o processo). Para este último, podemos conceituá-los (o que significa reduzir a exposição) e é por isso que as estruturas costumam ter os telhados sobrepostos, reduzindo a exposição aos elementos.

 

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Professor de Arquitetura da UFSC ganhou concurso internacional de design com bambu e expôs no Festival Building Trust, em Camboja em 2017

 

O  projeto Hyperbamboo — um pavilhão realizado com estrutura hiperbólica de bambu — foi classificado em primeiro lugar no Concurso Internacional Camboo Design Challenge, que teve 65 trabalhos inscritos . O trabalho foi desenvolvido pelo professor Fernando Barth, do departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), juntamente com o professor Roberto Bologna e os arquitetos Denny Pagliai e Chiara Moretti. Ambos são recém-formados pela Universidade de Firenze (UNIFI) e participaram do Seminário ARQ, realizado em Florianopolis, em 2015. O projeto foi desenvolvido no âmbito de um acordo firmado entre a UNIFI e a UFSC para o desenvolvimento e transferência de know-how no âmbito de Tecnologia da Arquitetura. O pavilhão será construído em breve em Kon Pehn.

Camboo fest

Camboo fest é um festival de recursos naturais e do meio ambiente realizado no Camboja e no Sudeste Asiático. O evento ocorreu no Freedom Park. A Building Trust criou duas competições de design sustentável durante o festival, a competição Pavilion e o Landmark Design Challenge.

Trabalhos apresentados no Festival Building Trust de 2017, no Camboja, dedicado ao uso do Bambu como alternativa ecológica:

Image via Atelier Cole

HONOURABLE MENTION: ‘BENDBOO’ by Alexander Grasser from Austria:

Outros:

 

 

Carrinhos de chá – recomendamos o Twinings Tea

As revistas Casa Claudia, Casa Vogue e outras trazem sempre sugestões de carrinho de chá. E atualmente temos muitos modelos, um mais bonito que o outro. Pode-se fazer trabalhos artesanais no carrinho, tipo Mosaico, etc. Ou, utilizá-los como nas fotos abaixo. Sempre é possível aplicar uma técnica artesanal, pequenos detalhes, etc. Você vai na Casa da Arte em Campinas e com certeza encontrará algum item que possa ser aplicado no carrinho…


Na Casa Vogue:

E outros, que você encontra no Google:

 

E qual chá servir para seus convidados?

As informações abaixo foram coletadas do site da Twinings:

Há mais de 300 anos, mais especificamente em 1706, Thomas Twining adquiriu a cafeteria Master Tom´s Coffee House, que ficava muito bem-localizada entre Westminster e a Cidade de Londres. As coffee houses eram locais populares, parte da vida londrina, onde somente os homens se reuniam para beber socialmente, entre conversas amenas e reuniões de negócios. Eram pontos de encontro para clientes leais, com interesses comuns, que se especializavam em produtos específicos. A forte concorrência entre as coffee houses da época fez com que Thomas Twining se destacasse com seu conhecimento em chás de qualidade. 

Somente cidadãos de posses tinham o privilégio de consumir chás. Em 1706, a variedade Twinings Gunpowder Green Tea era vendida ao equivalente atual de mais de £ 160 (R$ 520,00) por 100g. Os costumes da época desencorajavam as mulheres das altas classes a entrar no mundo obsceno e masculino das coffee houses. Com o fato de Thomas Twining ter construído rapidamente uma bela reputação ao vender apenas os mais finos chás, essas senhoras da alta sociedade londrina aguardavam ansiosamente para servi-los em suas salas de estar. Como não podiam frequentar tais casas, aguardavam em suas carruagens e liteiras enquanto seus criados adquiriam os cobiçados chás. 


Com o sucesso, veio a expansão. Em 1717, Thomas adquiriu a casa que hoje é o número 216 da Rua Strand, a famosa loja da Twinings que existe ainda hoje. Essa provavelmente foi a primeira loja de chás secos e café do mundo.

Em 1837, a Rainha Vitória concedeu à Twinings sua primeira Autorização Real para chás, tornando-a fornecedora e criadora oficial da Família Real, até o presente. Nossos blends são encontrados atualmente em mais de 115 países e lideram a categoria de chás premium. Hoje, Twinings é propriedade da Associated British Foods. O sabor de um chá é muito influenciado pelas condições dos arredores, incluindo solo, altitude, clima e outras características geográficas. Dependendo do clima, algumas regiões do mundo produzem mais chás que outras. Atualmente, a China e a Índia produzem aproximadamente metade das folhas de chá do mundo. São mais de 200.000 toneladas por ano. Outros países, como Quênia e Sri Lanka, também produzem chás de alta qualidade.