Puente Alto – a cidade Mosaico

Puente Alto

é uma comuna do Chile, localizada na Região Metropolitana de Santiago, que atualmente forma parte da Grande Santiago e é a capital da Província de Cordillera.

Os gestores das cidades devem incentivar o amor dos habitantes pela cidade. Estes cuidam da cidade como verdadeiros voluntários, algo que precisa crescer em nosso País. No Chile temos um exemplo de cidade que ficou mais bonita desde que habitantes decidiram fazer mosaicos, e obviamente a cidade fica mais colorida e agradável, e traz visitantes.

Muitas cidades brasileiras deveriam seguir essa ideia. Pensem na cidade de São Paulo, como é feia quando chegamos pela Fernão Dias ou Anhanguera, Bandeirantes. Deveriam incentivar as pessoas a praticar alguma arte em prol da cidade. Com certeza muitos empresários e pessoas físicas colaborariam se os moradores em conjunto com órgãos da Prefeitura decidissem aplicar mosaico ou outro tipo de acabamento ou pintura daquelas casas somente de tijolos.

Falta vontade de criar e agitar a comunidade. É difícil, não é. Comece fazendo eventos na periferia, Ônibus da cidadania percorrendo as áreas mais pobres da cidade incentivando a limpeza, conservação, etc. E a Prefeitura, óbvio com a infraestrutura necessária.

É arregaçar as mangas. A avenida 23 de maio em São Paulo está ficando linda com as paredes jardins, no minhocão vemos alguns painéis lindos com plantas. Não é?

E a cidade é viva, se diverte sempre que pode:

Niágara-on-the-Lake, CA

Niágara-on-the-Lake é normalmente esquecida nos passeios feitos principalmente a partir de Toronto, e até algumas cidade americanas que ficam do outro lado do Rio Niágara, para conhecer a cataratas de Niágara.

É uma cidade encantadora e no verão é um cartão postal, arte pura produzida com flores de diversas espécies e cores. Assim, como no inverno Niágara Falls é pura arte com gelo nas quedas d’água.

Muitas vezes é lembrada pela rota do vinho. Ocorre que Niágara-on-the-lake é uma preciosidade de cidade com 15000 habitantes e até uma lição para Prefeitos que não deixam sua cidade bonita, agradável não só para visitantes virem, mas principalmente para a vida da população local, que merece respeito. Vindo de Toronto pela Queen Elizabeth Way, na região de St. Catharines pegue a Niágara Stone Road.

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Niágara-on-the-Lake está localizada digamos na esquina entre o Lake Ontário (lago de Ontário, CA) e o início do Rio Niágara.

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Em 1812 a cidade foi destruída na guerra, arrasada e queimada pelos soldados americanos. Após a guerra a cidade foi reconstruída – fazendo um paralelo lembro de cidades brasileiras sem cuidados e que nunca passaram por guerras pesadas. Interessante lembrar que o Canadá considera a Rainha da Inglaterra como sua rainha, tendo no Canadá um Governador que a representa. É o único município no Canadá, cujo líder eleito é designado como Lord Mayor, um título mais comum no Reino Unido: “O prefeito da cidade de Niagara-on-the-Lake será conhecido como o Lord Mayor”.

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A cidade abriga o Festival Shaw, uma série de produções teatrais que caracterizam as obras de George Bernard Shaw, seus contemporâneos, ou peças sobre sua época (1856-1950), passando de abril a novembro. O festival ocorre em três teatros no centro da cidade: o Festival, Royal George, e Court House.

Ao longo do Niagara Parkway tem o Museu de Arte RiverBrink, um popular destino turístico em Queenston. É uma coleção única de mais de 1.400 obras de arte e artefatos de artistas canadenses e internacionais. Queenston é uma comunidade localizada na cidade de Niagara-on-the-Lake. Faz fronteira com a estrada 405 e o rio Niágara.

As ruas da cidade estão sempre floridas, exceto no inverno pesado.

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A região tem um clima relativamente leves graças aos lagos adjacentes, e excelente solo para a produção de frutas, para o qual ele se tornou um dos centros do Canadá. Não esgoto o assunto de uma cidade, o gostoso é a preparação da viagem, por exemplo, se você gosta de golfe, campos não faltam. Existem muitos hotéis, pousadas, bed and breakfast e spa na região.

Vários filmes foram rodados na cidade e região devido sua beleza.

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Para tomar um lanche:
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Tem um Hotel – Prince of Wale – lindo e como detalhe a Rainha Elizabeth II se hospedou nele em 1973 quando visitou o Canadá e esteve em Niágara-on-the-Lake:
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O Hotel está bem conservado e é uma opção para ficar devido sua posição na rua principal da cidade:

E tem uma Loja que funciona o ano todo vendendo itens para o Natal:

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É a Just Christmas, localizada na rua principal da cidade: Queen Street, 34

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E no inverno a cidade fica toda branca:
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A estrada que nos leva a Niágara-on-the-Lake quando se aproxima do centro da cidade é considerada a rota do vinho. Tem muitas parreiras de uva:

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E no inverno elas repousam silenciosamente:

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Aqui fica um alerta, você poderá experimentar muitos vinhos, de todas as qualidades, é bom ter alguém que não beba para dirigir depois. Não se encontra vinho sem álcool, lá. Tem alguns sucos puros de uva que já ajudam.

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Vale dar uma passada no:

The Market @ The Village – 111 Garrison Village Drive

No outono fica lindo também:

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Depois de conhecer esta preciosidade do Canadá, é pegar a estrada para Niágara (o post anterior). No caminho poderá fazer algumas paradas.

Comprar frutas da época (por exemplo pêssegos no verão):

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e na Barragem de energia hidroeléctrica do Canadá da para caminhar um pouco (interessante que do outro lado do rio fica a barragem dos americanos):

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No Canadá você ouve muita música country e county:

 

Saori – liberdade de expressão na arte da tecelagem

Acredite, a felicidade existe e está dentro de você.

Saori foi criada dentro do projeto de divulgar a arte da Tecelagem Manual mundo afora. Mostra e divulga a arte de se tecer à mão, visando a livre expressão e auto-desenvolvimento para todos, independentemente de sua capacidade física ou mental, idade ou aptidão artística. Tendo representações e cursos em várias partes do planeta. Sua base é no Japão, sendo forte no Canadá e Califórnia (Berkeley).

Terri’s Work:

A Tecelagem Saori é o puro improviso a partir do coração, sem um padrão pré-determinado pela mente. As cores aparecem, surgem naturalmente os projetos, e floresce a beleza vinda diretamente da intuição de cada pessoas que trabalha individualmente e em harmonia com o tear, com os fios e linhas, a iluminação naquele momento.
Saori é uma viagem interior profunda, ainda podemos apreciá-la socialmente, trabalhando ao lado de outros. Podemos também criar roupas, bolsas, tapetes, e muitos outros itens úteis que poderão ser apreciados por todos. Saori é divertido, e qualquer pessoa pode fazê-lo!

SAORI Piccolo40:

Loom

SAORI Piccolo40

“Saori” é uma marca comercial da Sakaiseikisangyou no Japão. Essa é a empresa que fabrica o tear Saori. “Sa” em “SAORI” (“ori” significa “tecer”) é um termo budista Zen, que significa “cada coisa tem sua própria qualidade única” ou “cada pessoa tem a sua própria qualidade única.”

Assim, devido a essas raízes espirituais, vivida e expressada pela fundadora Misao Jo (fez 104 anos em 2017), Saori é mais do que apenas uma técnica. Também é uma filosofia em que todas as pessoas são artistas: cada um de nós tem um poder latente intuitivo, que SAORI pode despertar. Uma estética que abraça a beleza natural dos “erros” não intencionais e estimula a exploração do desconhecido.
Pode ser traduzido como um movimento social que possibilita a reunião de diversas pessoas, onde um aprende com o outro. É especialmente um movimento para se incluir dentro de uma comunidade maior, pessoas que podem estar isoladas ou marginalizadas por causa da deficiência, idade, renda, excesso de trabalho, de cuidado, etnia, ou por outras razões.
Um percurso artístico e prático de meditação desenvolvida como terapia, reabilitação, recuperação de trauma, redução do stress, de construção de identidade, construção da comunidade, auto-suficiência econômica e holística, pode-se dizer humana.

Começou no Japão na década de 1960. Misao Jo decidiu tecer nos anos 50 uma faixa (obi) para seu quimono com a mão. Seu marido e filhos construíram-lhe um tear manual, e sua mãe de 84 anos de idade, ensinou-a a tecer!

No entanto, a Sra. Jo logo sentiu que sua tecelagem no estilo convencional estava imitando a regularidade e previsibilidade de uma máquina. Ela disse, “eu tenho um cérebro e emoção. Eu sou um ser humano. Vou tecer uma obi que esteja cheia de humanidade.” Ela se permitiu pular tópicos de uma forma não forçada mas rítmica, apresentando listras incomuns e franjas que resultaram na obra original de expressividade impressionante. Ela continuou experimentando, se divertindo em um grau que não acreditava ser possível.

Finalmente, ela trouxe seu trabalho ao proprietário de uma loja de kimono da moda. Para sua surpresa e alegria, ele comprou todo o trabalho que lhe mostrou, vendeu-a rapidamente, e pediu mais. Quando ela tentou preencher suas ordens para um padrão específico de acordo o que tinha feito anteriormente, no entanto, descobriu que sua alegria em tecelagem tinha se acabado. Percebendo que a espontaneidade era o segredo de seu sucesso, ela resolveu ensinar esta maneira maravilhosa de se tecer para a humanidade. Hoje, com 104 anos, ela ainda está envolvida com a tecelagem Saori.

SAORI CH60:

SAORI60

 

Self-innovation

Veja os produtos a venda na Saori Berkeley: http://www.saoriberkeley.com/looms.php

Comida também é arte? Bowl Bar – Toronto, CA

A partir de uma vivência na Índia surgiu um novo empreendimento na cidade de Toronto, Canadá. E você concorda que a preparação de pratos especiais e coloridos são uma obra de arte e ainda nos alimenta. Este é um dos primeiros posts a respeito de alimentos. Concorda ainda que um café da manhã com pratos equilibrados e lindos de se ver dão um novo impulso ao dia que se inicia?

Um café da manhã equilibrado, diferenciado e lindo de se ver, imagine comer.

Bowl Bar

 

Bowl Bar Raw Vegan Chia Seed Puddings with Edible Flowers

Vivendo em Bombaim, Marissa Bronfman, voltou para Toronto, trazendo malas cheias de pós de proteína vegana e superfoods como chia, maca, açaí (e tantos outros), enquanto também escolheu coisas novas e frescas de toda a Índia para incorporar na sua dieta. Começou a compartilhar imagens de suas tigelas de smoothie, salada, quinoa e aveia nas mídias sociais e houve tanto interesse, que ela imaginou fazer algo na área de comida vegana. Anos mais tarde essas experiências se transformaram no Bowl Bar!

Originalmente ela queria abrir um pequeno café vegano, e claro bonito, mas as coisas mudaram e surgiu o Bowl Bar.